Depressão: O buraco negro que existe em mim.

Depressão: O buraco negro que existe em mim.

  • Tristeza profunda
  • Alteração no apetite e no sono
  • Fadiga
  • Diminuição da energia
  • Crises de choro
  • Isolamento social
  • Sentimentos de culpa e solidão
  • Sentimento de que seus esforços ou história de vida não tem valor ou sentido.

Esses podem ser alguns dos sintomas de pessoas que sofrem com o transtorno depressivo. Muitos demoram para buscar ajuda profissional por acreditarem que esses sintomas são “coisas da sua cabeça” ou mesmo que é “frescura”.

Por vezes a doença chega de mansinho pela porta dos fundos, vai entrando aos poucos, e quando damos conta, já se instalou por todos os cômodos da casa.

Não existe um motivo simplista, único e específico para compreender porque ela trilhou essa estrada até a nossa morada.  Várias pistas foram deixadas no caminho até ela nos encontrar.

Quem nunca vivenciou um estado de sofrimento como esse pode não compreender essa situação.   Podendo duvidar das dificuldades que a pessoa com depressão enfrenta, ou mesmo se de fato existe esse transtorno. Todavia tal tipo de crença e posicionamento contribui para a piora do quadro psicológico.

Biologicamente  a depressão desequilibra o estado químico do cérebro, diminuindo a sensação de bem estar e prazer.

Emocionalmente ela prioriza e intensifica as emoções desagradáveis, como, tristeza, solidão e mágoa.

Cognitivamente dificulta a nossa capacidade de pensar de forma saudável e prejudica a concentração e a memória.  Todas essas alterações resultam no comportamento de isolamento, quietude, cansaço e fadiga.

Quem passa por esse estado de profundo sofrimento, por vezes precisa ser cuidado, para poder ter forças de se cuidar!

Desmistificar que a depressão é uma doença que tem tratamento e grande parte tem cura ou controle, se faz necessário quando nossos índices de morte relacionado a esse transtorno cresce cada dia mais.

A psicoterapia faz parte desse tratamento, tanto na prevenção como a intervenção em caso onde o transtorno depressivo foi instalado.

Ivanny Cavalcante
Psicologa e coach
CRP: 06/125139
9 8641- 5234umbrella-2603983_1920
Brincadeira é coisa séria!

Brincadeira é coisa séria!

Recentemente tenho atendido a um público que na faculdade eu evitava atender: as crianças! Um dos motivos é o fato de ter me tornado adulta e não saber lidar com a espontaneidade e a visão de cientista de uma criança. Porém ao passo que fui tendo esse contato, percebi a grande demanda por traz desse público e principalmente no que diz respeito aos pais.

O que as crianças nos ensinam com a suas brincadeiras e com a forma de ver o mundo?

A medida que vamos crescendo somos ensinados a ficar mais distantes  da nossa criança interior, e vamos aprendendo a ser racionais, sérios, assertivos e responsáveis, e isso resulta no esquecimento de como lidávamos com o mundo de maneira leve, criativa e espontânea. Aprendemos que as coisas sérias não são brincadeiras, que são coisas antagônicas. Será?

Muitas empresas estão abrindo espaço para os seus colaboradores brincarem, e terem uma experiência lúdica no seu ambiente de trabalho, pois sabem que isso contribui para a sua felicidade, criatividade e obviamente vai refletir na produtividade desse colaborador.

Buscando respostas não fechadas para essa pergunta, respondo-a de forma sucinta e convido-os a refletirem de maneira profunda.

Em seu modo de brincar a criança exerce um papel de cientista, onde ela vai conhecendo a maneira como as coisas funcionam, testando na prática as suas hipóteses. Isso gera grandes aprendizados e descobertas. Como cientistas mirins elas não desistem de entender como determinada coisa funciona.

A brincadeira da criança é uma construção de conhecimento, ela não tem medo de errar em seus testes, ela está interessada em conhecer, explorar, sentir e aprender.

Trazendo para o mundo adulto pergunto, como foi a última vez que você aprendeu uma coisa nova? Aposto que não foi com o olhar de cientista e aventureiro de uma criança. Ouso  dizer que, ao aprender essa coisa nova houve uma enorme auto cobrança. Pode ter existido também o auto julgamento devido a tentativas erradas e pode ser que você achou que não tinha competência para compreender e por vezes desistiu.

A criança aprende muito mais rápido que os adultos, pois são menos rígidas consigo mesmas e aceitam os seus “erros”, por que esses são aprendizados e não erros. Existe um desprendimento de vergonha e um senso de humildade para pedir ajuda e perguntar sobre coisas que ela não sabe.  Já quando jovens ou adultos, temos vergonha de levantar a mão em uma sala de aula para perguntar algo sobre a matéria, ou mesmo em uma reunião no trabalho, fingimos entender coisas das quais não entendemos nada, e quando perguntam: “Entenderam o processo?” Respondemos SIM, com absoluta convicção externa e uma enorme ignorância interna.

A criança trabalha com a linguagem da imaginação e através do brincar ela aprende e demonstra seus interesses e o seu mundo.

Porque quando crescemos esquecemos a forma leve, seria e produtiva de aprender a aprender?

Brincadeira é sinônimo de irresponsabilidade? Incompetência? Falta de seriedade e de conhecimento?

É possível brincar e ser responsável, leve, sério, entregar um trabalho com qualidade e ter relacionamentos saudáveis?

Ficam aqui algumas provocações a respeito do que a aprendemos quando criança e esquecemos quando adultos.

por Ivanny Cavalcanti

Psicóloga e Coachcriança

Terapia BARRA DE ACCESS: Conheça um pouco mais

Terapia BARRA DE ACCESS: Conheça um pouco mais

Barras de Access é uma ferramenta energética de expansão do ser, que foi descoberta em 1990 pelo Norte Americano Gary Douglas, e hoje está presente em mais de 170 países. Há quatro anos chegou no Brasil e tem sido muito difundida e utilizada por psicólogos, terapeutas e coaches como terapia de harmonização do indivíduo.

Trata-se de uma terapia que através de 32 pontos localizados na cabeça, o convida a se reconhecer como um ser infinito que funciona a partir do receber, ser, saber e perceber. Como um ser infinito todas as coisas são possíveis o tempo inteiro e você tem total escolha. É como se você reaprendesse a receber. Esses pontos quando tocados permitem a liberação de crenças limitantes e de padrões negativos que foram armazenados durante toda vida.

Através das sessões de Barra de Access você percebe sua vida de maneira completa, como um ser pleno e com todas as possibilidades a sua disposição. Cada barra corresponde a um aspecto do comportamento humano e de como a pessoa lida com cada um, como dinheiro, alegria, sexualidade, criatividade, gratidão e outros. Essas energias são liberadas a partir do toque sutil dos dedos e há assim uma harmonização energética em quem está recebendo.

Após cada sessão de Barra de Access há um completo relaxamento, calma, concentração, alegria, diminuição da ansiedade, mais confiança e bem-estar e melhora do sono.

Ver o mundo sob nova perspectiva, acreditar que é capaz, sentir a vida pulsando e descobrir novas possibilidades através das Barras, isso é possível.

Por barraMariah Ferreira – Terapeuta Holistica

Barra de Access – Master Reiki – Auriculoterapia – Florais de Bach – Alinhamento dos Chakras – Cromoterapia

A ciência da Felicidade

A ciência da Felicidade

As ciências em geral se preocupam com novas descobertas, curas para doenças, recursos tecnológicos entre outros. A ciência psicológica não é diferente e dentre seus objetos de estudo estão as doenças da mente. Todavia um movimento mais recente, liderado pelo psicólogo Martin Seligman, tem procurado compreender e potencializar o bem estar humano e a felicidade.

Este movimento é chamado de Psicologia Positiva e não se configura como uma abordagem teórica para atendimento, mas como uma área democrática e não restrita aos psicólogos. Dentre seus pontos principais podemos citar a importância das Emoções Positivas, dos Relacionamentos Positivos, do Propósito de Vida, a Gratidão e o cultivo das Forças Pessoais.

A psicologia positiva tem seu olhar voltado para a identificação e compreensão das qualidades e virtudes dos seres humanos, bem como auxiliar no que se refere à construção de vidas mais felizes e produtivas e ajudar a prevenir patologias. Assim, a Psicologia Positiva pretende contribuir para o florescimento e o funcionamento saudável das pessoas, grupos e instituições, preocupando-se em fortalecer competências ao invés de apenas corrigir deficiências.

Este movimento da psicologia positiva também contribui para desmistificar o acompanhamento psicológico e as antigas crenças de que é um tratamento de doenças ou algo destinado à pessoas “loucas”. Alem de tratar a psicologia também pode contribuir com o autoconhecimento, com a autoestima e autoconfiança. É um processo com inúmeros benefícios e sem contraindicações.

Por Juliana Ferreira

Psicóloga e Coachpsi-ok

Superação

Superação

Todos nós passamos por momentos difíceis, seja nos âmbitos pessoal, profissional ou familiar. Ao longo do nosso crescimento, passamos por adversidades que muitas vezes não esperamos. A superação ou super ação é uma ação que leva a uma realização, Vitória ou êxito do que antes era visto como difícil ou impossível de realizar ou lidar. Nossos pensamentos e crenças tem um papel fundamental no enfrentamento das situações adversas e uma superação é necessária para lidar com esses obstáculos. Se observarmos as experiências já vividas, iremos perceber que já superamos muitas coisas. E quanto maior o enfrentamento, maior será o desenvolvimento da resiliência e aprendizado. Isso nos leva a um sentimento de satisfação pessoal, uma forma positiva de reconhecer o nosso esforço. É importante que toda experiencia de superação já vivida seja lembrada nos momentos difíceis. Essas lembranças servem de estímulo para a superação de novos obstáculos, o que nos dá força, coragem e esperança para continuarmos e irmos além.

 

Por Tatiane Almeida Psicólogasuperac3a7c3a3o

Quando o trabalho é um fardo…

Quando o trabalho é um fardo…

 

Você nunca passou por isso?Ainda bem. Mas ainda assim, convido a ler esse texto pois pode gerar uma empatia com alguém que esteja ao seu lado e que possa estar passando por isso.

Sabe quando a sua relação com o trabalho, isso mesmo, eu disse RELAÇÃO COM O TRABALHO, disse isso porque ao longo da nossa vida vamos criando um flerte, até virar um namoro e às vezes um casamento com o nosso trabalho, pronto está aí uma das definições do processo de um relacionamento. Então, quando essa relação fica sofrida, sufocante e isso é persistente, é o momento de pensar o quanto esse relacionamento está saudável.

Ter dificuldades ou desafios do qual seja possível ser superado ou ao menos elaborado da melhor forma possível é indício de que parte desse relacionamento parece saudável.  Porém, quando o sofrimento é “sucumbido” e se arrasta mais do que poderia, é o momento de reavaliar os ganhos (e não se trata aqui de apenas ganhos financeiros) e iniciar um novo acordo ou um rompimento dessa relação.

Existem muitas pessoas ocupando cargos errados, e digo isso no sentido de que elas não possuem competências (conhecimento, habilidade e atitude) suficientes para o cargo que exerce, ou então suas competências estão aquém daquele cargo, elas deveriam estar em outra mesa de trabalho.Essa situação pode gerar uma serie de emoções negativas e muitas vezes destrutivas, como frustração, falta de perspectiva, desmotivação com as tarefas a serem realizadas, desvalorização das pessoas da equipe, isolamento do grupo, tédio, desequilíbrio emocional e por aí vai…

Diante dessa infinidade de possiblidades negativas que ocorrem quando um indivíduo ocupa um cargo que não o compete, chamo a atenção para duas coisas que acredito ter um forte impacto na vida dos trabalhadores:

1º O tempo exposto a esse sofrimento.

Chega domingo a noite você já começa o seu sofrimento pensando na segunda? Seu nível de irritabilidade, cansaço, desânimo, virou algo comum nas situações rotineiras e nos relacionamentos? E em algum momento dentro de você existe uma pergunta e uma resposta: “Nossa que saco esse trabalho,será que preciso passar por isso? Sim, preciso tenho uma faculdade para terminar, estou prestes a me casar, além disso estou aqui a X anos, não posso jogar tudo para o alto.”

Veja que a relação emocional e monetária não tem uma comparação justa. É o mesmo se eu disser compare banana com maçã qual é a que traz mais benefícios ou malefícios para a saúde. Isso depende de cada um! De quais são as restrições individuais de cada um, quais são os objetivos e quais são os desejos.

O que quero dizer com o fator tempo é, existem trabalhos sofridos que prolongamos por muitos anos, e vamos fazendo renovação dos votos a medida que nossos projetos pessoais vão crescendo, mas aquela relação não te traz mais satisfação, bem estare nem realização pessoal. Você está ali, “cumprindoo seu papel de trabalhador em prol de algo maior, por vários anos a fio.”

Outro ponto que acredito ser de grande impacto é se o cargo que você exerce é o de líder.

2º Líder fora do lugar:

Considerar que um líder que esteja em uma situação dolorida como essa, e tem como uma das suas principais funções inspirar pessoas, isso no mínimo soa como apertar um limão no olho do outro.  Um líder que se arrasta para suas atividades, que está deslocado daquele ambiente, que tem como motivador o salário e os benefícios no final do mês e um saldo emocional extremante negativo a respeito do seu papel profissional, possivelmente é um multiplicador  de confusão de emoções, dificuldade de comunicação, falta de planejamento e direcionamento, e tende a ser uma fonte de desestímulos e insegurança.

Se esse líder tiver a sensibilidade e humildade de perceber que o seu fardoestá afetando outras pessoas (e não é só no bolso), mas também no emocional e na autoestima, na motivação, possivelmente ele sofrerá pelo outro também. Ele pode multiplicar esse fardo com os outros de uma forma não positiva.

Você pode até pensar:“haa, então existe um cargo ou um trabalho na medida certa de cada um?”fardofardo

Verdadeiramente acredito que não! Mas existem desafios dos quais estamos mais aptos para assumir do que outros.  Existem desafios que não precisamos “topar” porque eles custam muito, acrescento que algumas vezes não percebemos que “topamos” certos desafios, quando percebemos já estamos lá batalhando com um dragão com uma faca de cerra.

O Objetivo do texto não é fechar a discussão para aceitar ou não os fardos dos nossos trabalhos, a proposta é refletir se esse fardo compensa, se tem prazo de validade e se será renovado os votos.

Existe outra forma de exercer suas competências, aceitando os desafios de maneira consciente e acompanhando a etapa desse processo, cultivando aprendizados e realizações (apesar dos desafios que tiraram você da zona de conforto), ou seu fardo precisa ser tão pesado ao ponto de não deixar você colocar um fim nessa relação?

 

por Ivanny Cavalcante

Psicologa e Coach